
E, prestes a chegar ao fim do ano, é tempo de balanço , esse exercício contabilístico que nos prende à realidade dos factos, essa obrigação de a cada ano que passa dar conta do tempo que gastámos nisto e naquilo, sendo que isto e aquilo é, para mim, o ler, o escrever e o andar. E é assinalável que dos 16 livros lidos, metade tenha sido em língua inglesa, muito acima das minhas espetativas, o que contriubuiu para o apuramento do meu inglês. Esforço a continuar em 2020.
Outra nota, consiste no fato de a primeira e a última leitura consistirem numa arte de. Nada que tivesse planeado mas que fazem todo o sentido.
Por último, apete-ce-me dizer, deixemo-nos de tretas, vamos aos factos. A minha leitura do ano é Fact Fullness de Hans Rosling
Obrigado a todos os autores, meus mestres, que me abriram novos horizontes, com quem foi um prazer viajar.
1- A Arte de Caminhar, um passo de cada vez - Kagge, Erling
2- Homo Creator - Wilson, Edward O.
3- Science And Islam - Masood Ehsan
4- Hard Times - Dickens, Charles
5- O Homem Mais Rico Do Mundo - Conlin, Jonathan
6- The Invention of Solitude - Auster, Paul
7- The Humans - Haig, Matt
8- Fact Fulness - Rosling, Hans
9- How democracy Die - Levitsky, Steven e Ziblatt, Daniel
10- A Mais Breve História da Alemanha - Hawks, James
11- Tríptico da Salvação - Cláudio, Mário
12- 12 Rules for Life, an Antidote to Chaos - Peterson, Jordan B.
13- Camilo Broca - Cláudio, Mário
14 - Viagens - Tokarkzuc, Olga
15- 1908-1910 “Frades Jesuítas “ Correm Portugal pela muita tinta dos Jornais
16-- A arte de não acreditar em nada. Livro dos três impostores. Organização e prefácio de Raoul Vaneigem
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