
Uma leitura morosa e difícil. Morosa porque o meu inglês ainda troeça em muitos termos que me obrigam a recorrer ao 'Tradutor'; difícil porque ao contrário do que o título possa sugerir não se trata de um receituário em que o autor nos dê uma cartilha de como fazer para ter uma vida feliz. Tratando-se de um psicanalista vai convocar os seus três grandes fundadores, Freud, Jung e Adler para a anális das situações problemáticas com que o homem se confronta. Convoca alguns filósofos, sobressaindo F. Nietszche; e também os marxistas e neomarxistas de quem discorda radicalmente, aliás, como do descontrucionista Derrida. À literatura vai buscar, sobretudo dois nomes: Dostoyevski ( Os Irmãos Karamazov) e Alexandre Solzhenitsyn (O Arquipélago do Gulag). Na religião convoca 'O Genesis' com a expulsão do paraíso, o asssinio de Abel às mãos de seu irmão Caim e várias passagens do evangelho de S. Mateus. Todos estes recursos para a construção de uma fenomenologia da condição humana sentida, sofrida na pele das pessoas de corpo e alma que passam pela sua vida, profissional e não só. Mesmo da experiência dolorosa da sua filha. Daí resulta um ponto, algo comum na vida daqueles que à procura da verdade, do sentido da vida, atrvés do exercício da razão que nos ilumina, esbarra na sua própria limitação. Foi assim, com Sócrates, com Pascal, com Kant ... e com o autor como afirma na págia 347:
"Thought, after all, is the highest of human achievement, is it not?
Perhaps not.
Something supersedes thinking, despite is truly awesome power. When existence reveals itself as existentially intolerable, thinking colapses in on itself. In such situations - in the depths - it's noticing, not thinking, that does the trick. Perhaps you might start by noting this: when you love someone, it´s not despite their limitations. It's because of their limitations.
Outline of the book:

Chegada a Katmandu
As contas que servem de base aos contos
A viagem começou em 16 de Janeiro de 2016 e terminou hoje dia 27 de setembro de 2019, perfazendo um total de 1349 dias. Foram percorridos 13621 Km, o equivalente 18813419 passos (dezoito milhões, oitocentos e treze mil, quatrocentos e dezanove) , num valor aproximado de 2724 horas (aceitando uma velocidade de 5km por hora) a partir de Vila Nova de Gaia. Passei por 16 países: Portugal, Espanha, França, Alemanha, Polónia, Bielorrúsia, Rússia, Ucrânia, Roménia, Bulgária, Turquia, Arménia, Irão, Paquistão, Índia e Nepal. Foram utilizados seis pares de sapatilhas (o último ainda está para andar e durar). As rotas foram calculadas a partir do site: https://pt.distance.to/.
Os registos foram efetuados no iphone, na aplicação 'Saúde',
A média de Kms por dia foi: 2016 - 9km; 2017 - 10,1; 2018 - 10km; 2019 - 11,4 (até hoje)
Número de dias em que não saí para andar: 6, assim distribuídos: 2016 - 2; 2017 - 2; 2018 - 0; 2019 - 2
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