
Mais uma leitura de um livro de Mário Cláudio a cuja leitura me afeiçoei num desejo crescente de o ler mais. Um livro que se movimenta num dos períodos da história que mais me fascina: o início da Idade Moderna na confluência de um mundo que termina e de um novo que se advinha e de que se lançam as fundações. E um tema bíblico-religioso à volta de uma pintura, essa arte que serve de pretexto a muitos texos do autor.
Muito do que a Europa e o mundo são, tem a ver com a história da Alemanha que no século XX foi protagonista principal das duas guerras mundiais. Começar a entender a Alemanha muito antes de a Alemanha existir, seguir a geografia (as montanhas e as planícies, o mar e os rios), as migrações dos povos, as guerras ... e, sobretudo, a cultura para o entendimento da realidade, tão próxima de nós, da existência das duas Alemanhas.
Os intervalos da vida de um professor de filosofia



O que nos torna no que somos são as nossas escolhas. Podemos escolher ler ou não o fazer. Mas se escolhemos ler é ainda importante escolher o que lemos. Ler consome tempo, o tempo que quisermos. Trocamos sempre esse tempo por outras coisas que poderíamos fazer. Mas na leitura conseguimos sempre estar com os melhores de todos os que escreveram e de todos os que escrevem.
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