«Lisboa nessa época (séc. XVIII) estava longe de ser uma cidade animada. Dir-se-ia que as pessoas viviam com medo e andavam muito tristes. Havia poucos divertimentos, sendo o mais apreciado as touradas. Construíam-se praças para o efeito em vários lugares e até no Terreiro do Paço. As coisas não se passavam exatamente como agora. Era também frequente haver umas lutas bárbaras de touros com outros animais. Rinocerontes ou matilhas de cães esfomeados serviam par garantir o êxito dos espectáculos. Por vezes havia danças e desfiles de carros alegóricos como aperitivo ou nos intervalos das matanças. Por vezes, negros armados só de uma espada enfrentavam o touro em combate singular, acabando muitas vezes por morrer nos cornos afiados do bicho»

O aviso deve ser levado mesmo a sério: não leia este livro a não ser que queira largar o seu emprego.
Estaríamos a viver num mundo mais interessante se não tomássemos como modelo virtuoso a formiga, o trabalho árduo e difícil, o trabalho das nove às cinco, o trabalhar para passar o tempo em vez de trabalhar para conseguir resultados.
Vidas inúteis, apagadas, conformadas, mesquinhas, amarguradas, atravancadas de coisas inúteis.
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