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Badameco

As anotações de Júlio Marques.

Badameco

As anotações de Júlio Marques.

A crise segundo Einstein

julmar, 10.02.12

“Não pretendamos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor bênção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar “superado”.Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que as soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la”.

Criada, precisa-se

julmar, 09.02.12

«E vós também, ó moças da Província

que trazeis o verde dos campos no vermelho das faces pintadas!»

Almada Negreiros , in  A cena do ódioa  

 

Um quase poema, a partir de um jornal diário de 1971

 

Precisa-se criada para todo o serviço externa

que saiba de cozinha

interna para casa de saúde,

que seja dos arredores do Porto

habilitada para três pessoas, de 800 escudos

que tenha até aos 40 anos

de meia idade e para casa de pouco serviço

de 30 a 40 anos para tratar de menina

externa ou interna mas que saiba de cozinha

de sala, precisa-se

de sala, nova e com bom ordenado

habilitada e sindicalizada

rapariga de 12 a 15 anos

a dias para serviços domésticos

com conhecimentos de cozinha

rapariga de aldeia, até 15 anos

Saber viver

julmar, 07.02.12
"Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro e depois perdem o dinheiro para a recuperar. Por pensarem ansiosamente no futuro,esquecem o presente, de tal forma que acabam por nem viver o presente nem o futuro. Vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se não tivessem vivido..." Confúcio