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Badameco

As anotações de Júlio Marques.

Badameco

As anotações de Júlio Marques.

Treinar portugueses para o êxito

julmar, 31.01.12

Este movimento criado por Adelino Cunha pretende desenvolver o potencial que existe em todos, levar cada um a dar o seu melhor. Não há forma de o país ter sucesso sem uma mudança de atitude. Comece por si. Comece já. Apoiar este movimento é o primeiro passo. Clique no link

 

 http://www.portugal.gov.pt/pt/o-meu-movimento/ver-movimentos.aspx?m=750

Como ganhar dinheiro - Matthias Schmelz

julmar, 31.01.12

Esta é a minha segunda leitura do ano motivada por uma entrevista ao autor na SIC Notícias. Afinal, pode aprender a conquistar riqueza. Quem escreve sobre o assunto tem a qualidade, para mim, essencial de quem ensina - a autenticidade. E Schmelz ensina o que fez e como o fez. "A inação favorece a dúvida e o medo. A ação favorece a confiança e a coragem. Se quiser conquistar o medo, não fique sentado em casa a pensar nele. Saia e faça qualquer coisa". Dale Carnegie " Para atingir o sucesso, a coragem é a mais importante de todas as qualidades. Escolha ser corajoso, porque a maioria das pessoas não o é. Uma pessoa corajosa tem muitos poucos concorrentes. Ter coragem não significa não ter medo, mas sim força e vontade para agir correctamente no momento em que é necessário. (...) Pode demonstrar coragem cumprimentando alguém no Metro ou no seu local de trabalho. Pode demostrar iniciativa fazendo uma sugestão ao chefe. Pode defender o seu ponto de vista num debate. Falar em público mete medo a muitas pessoas. Pedir desculpa requer mais coragem que magoar alguém. As pessoas realmente corajosas assumem a responsabilidade pelos seus actos e tomam decisões rapidamente. O que precisa para se tornar mais corajoso? Faça a si mesmo duas perguntas: O que posso perder?(qual a pior coisa que pode acontecer?) Qual a melhor coisa que pode acontecer? (qual a melhor coisa que pode acontecer?)"

 

Alguma coisa está a correr bem em Portugal

julmar, 30.01.12
Só precisamos de descobrir políticos bons! Temos os melhores futebolistas, temos os melhores treinadores ( ah, se os dirigentes de escolas, de hospitais, do país fossem como eles , nem nos importaríamos de lhe pagar bem), temos os melhores escritores, os melhores arquitectos ... E até temos os melhores trabalhadores quando as organizações onde trabalham são bem dirigidas. E já agora, comece por si: seja melhor, faça melhor! http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=52712&op=all

Como havemos de viver?

julmar, 27.01.12

Esta é a minha primeira leitura do ano. E que leitura! Ajudou-me a clarificar algumas questões e juntou-se à razão das causas que defendo e que num mundo tão ligado ao interesse próprio me fazia interrogar se não estaria eu a ser otário. Haverá de me servir de base ao curso de Filosofia prática e que terá o título deste livro: Como havemos de viver?

Eis o parágrafo final do livro:

«Qualquer pessoa pode fazer parte da massa crítica que nos oferece a possibilidade de melhorar o mundo antes que seja demasiado tarde. Podemos repensar os nossos objectivos  e perguntarmo-nos o que estamos a fazer com anossa vida. Se o nosso modo de vida actual não resistir a um critério imparcial de valor, podemos alterá-lo. Isso pode significar a demissão doemprego, a venda da casa e a aceitação de um trabalho numa organização voluntária na Índia. Mais frequentemente, a adopção de um modo de vida mais ético será o primeiro passo de uma evolução gradual mas de longo alcance no nosso estilo de vida e no nosso pensamento acerca do lugar que ocupamos no mundo. Defenderemos novas causas e descobriremos que os nossos objectivos se alteram. Se nos envolvermos no nosso trabalho o dinheiro e o estatuto tornar-se-ão menos importantes. Da nossa nova perspectiva, o mundo parecerá diferente. Uma coisa é certa: encontraremos muitas coisas para fazer que valem a pena. Não nos aborreceremos, nem faltará sentido de realização nas nossas vidas. Mais importante de tudo, saberemos que não vivemos e morremos para nada porque teremos passado a fazer parte da grande tradição daqueles que reagiram à quantidade de dor e sofrimento no universo tentando transformar o mundo num lugar melhor»

Cansados de reformas inúteis -* José Matias Alves

julmar, 24.01.12
Está em curso mais uma reforma curricular. Mais hora ou menos hora. Tira aqui e coloca ali. Reforçando a visão disciplinar do conhecimento. Decretando que os conhecimentos mobilizáveis para agir, conhecer, intervir e transformar o mundo e dar sentido à vida não têm dignidade curricular. Só o conhecimento puro (mesmo que seja o sistema nervoso da mosca que para “nada” serve) é que importante. Está em curso uma suposta mudança de paradigma. Mas não se conhece o horizonte, a substância, a rota, o rumo. Vive-se na era do vazio, da incerteza e da ameaça. De cortes e de asfixia. Com os diretores das escolas transformados nos chefes de secretaria preenchendo formulários eletrónicos nas plataformas centrais. Com os professores cansados de tanta mudança inútil porque não toca no essencial.   E é inútil porque não é isso que faz os professores ensinar melhor. Que faz os alunos aprender mais. Que faz a organização escolar querer mudar de registo e de práticas. E pode ser até prejudicial porque há um enorme cansaço e desilusãonas escolas. Que esperam (mesmo que disso não tenham consciência) que seja possível um outro sentido para a ação profissional. Muito mais fundado na liberdade e na autonomia e no risco. Na possibilidade de autoria de normas próprias no campo da organização do conhecimento, do agrupamento dos alunos, na gestão do tempo. Como o atesta a insuspeita OCDE (2010): Les réformes ont un impact constant sur les structures superficielles et les paramètres institutionnels des écoles, mais il est beaucoup plus difficile d’agir sur les activités fondamentales et la dynamique des apprentissages de classe.   Justamente. Entre nós persiste esta ilusão. Precisamos de passar da ordem do mando para a ordem da autonomia e da responsabilidade. Da ordem do domínio e do controlo remoto para a ordem da criação local. Porque é isto que nos faz crescer. Porque é isto que nos faz querer. Como pessoas, como profissionais e membros de organizações que também podem aprender. * José Matias Alves é investigador, doutor em Educação e professor convidado da Universidade Católica Portuguesa.

DAS DIFICULDADES PARA CRIAR UMA OBRA

julmar, 17.01.12

 Receita de escrita

A receita para se ser um bom novelista … é fácil de dar, mas para a realizar pressupõem-se qualidades que estamos habituados a ultrapassar quando alguém diz: «Não tenho talento suficiente». Basta que façamos uns cem rascunhos para novelas, nenhum deles mais extenso que duas páginas, mas de tal modo distintos que cada palavra deles é necessária; devemos escrever anedotas todos os dias até aprendermos a dar-lhe a forma mais rica e eficiente; deveríamos ser incansáveis a coligir e a descrever tipos humanos e caracteres; devíamos acima de tudo relatar coisas aos outros , mantendo os olhos e ouvidos abertos para o efeito produzido naqueles que se encontram presentes, deveríamos viajar como um pintor de paisagens ou um desenhador da moda … finalmente deveríamos reflectir nos motivos das acções humanas, não considerar qualquer sinal para instruções a seu respeito e ser um coleccionador desse tipo de coisas noite e dia. Deveríamos continuar nesse exercício multifacetado pelo menos durante dez anos; aquilo que depois for criado estará pronto para ser apresentado ao mundo.

F. Nietzsche

WHAT TEACHERS MAKE (OR, IF THINGS DON’T WORK OUT YOU CAN ALWAYS GO TO LAW SCHOOL) Taylor Mali

julmar, 16.01.12

He says the problem with teachers is
What’s a kid going to learn
from someone who decided his best option in life
was to become a teacher?

He reminds the other dinner guests that it’s true
what they say about teachers:
Those who can, do; those who can’t, teach.

I decide to bite my tongue instead of his
and resist the temptation to remind the dinner guests
that it’s also true what they say about lawyers.

Because we’re eating, after all, and this is polite company.

I mean, you’re a teacher, Taylor.
Be honest. What do you make?

And I wish he hadn’t done that
(asked me to be honest)
because, you see, I have a policy in my classroom
about honesty and ass-kicking:
if you ask for it, then I have to let you have it.

You want to know what I make?

I make kids work harder than they ever thought they could.
I can make a C+ feel like a Congressional Medal of Honor
and an A- feel like a slap in the face.
How dare you waste my time
with anything less than your very best.

I make kids sit through 40 minutes of study hall
in absolute silence. No, you may not work in groups.
No, you may not ask a question, so put your hand down.
Why won’t I let you go to the bathroom?
Because you’re bored.
And you don’t really have to go to the bathroom, do you?

I make parents tremble in fear when I call home:
Hi. This is Mr. Mali. I hope I haven’t called at a bad time,
I just wanted to talk to you about something your son said today.
To the biggest bully in the class, he said,
“Leave the kid alone. I still cry sometimes, don’t you?”
And it was the noblest act of courage I have ever seen.

I make parents see their children for who they are
and what they can be.

You want to know what I make?

I make kids wonder,
I make them question,
I make them criticize.
I make them apologize and mean it.
I make them write, write, write.
And then I make them read.
I make them spell definitely beautiful, definitely beautiful, definitely beautiful
over and over again until they will never misspell
either one of those words again.
I make them show all their work in math
and hide it on their final drafts in English.
I make them understand if you’ve got this [brains],
then you follow this [heart],
and if someone ever tries to judge you
by what you make, you give them this [the finger].

Here, let me break it down for you, so you know what I say is true:
Teachers make a goddamn difference! Now what about you?

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