A propósito das declarações do Papa em terras de África, gostaria de lembrar as palavras de S. Paulo na epístola a Timóteo:
«O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé, dando ouvidos a espíritos mentirosos e a doutrinas diabólicas, a impostores hipócritas de consciência deformada. Proibem o casamento e o uso de alimentos que Deus criou para serem consumidos com acção de graças pelos que têm fé e conhecem a verdade. Porque toda a criatura de Deus é boa e nada é desprezível quando se usa com acção de graças, pois tudo isso é santificado pela palavra de Deus e pela oração. Se explicares isto aos irmãos , serás bom ministro de Cristo Jesus, alimentado com as palavras da fé e da boa doutrina que tens seguido. Rejeita, porém, os mitos profanos, contos de gente caduca»
Como dizia, Jesus «Que tem ouvidos para ouvir que oiça».
Miguel Santos Guerra
Eu não quis acreditar como é que alguém pode ter o despudor de escolher este caso para o efeito que se pretende. Também me admirei que a indignação fosse apenas minha.
Então, ninguém se questiona sobre o que um cidadão de 18 anos com direito a voto anda a fazer numa turma de miúdos de 12 anos? Então, estarão à espera que o aluno conclua o 9º ano aos 24 anos – no caso das coisas passarem a correr melhor?
Então, isto é assim, impunemente?
Os erros ortográficos ao pé disto são minudências.
Trabalho de Grupo – “Frequência e Assiduidade – Efeitos das faltas”
CASO PRÁTICO
«Um aluno de 18 anos de idade que frequenta o 7ºano de escolaridade ultrapassou o limite de faltas, previsto no nº 2 do atº 22, nas disciplinas de Português, Inglês e Ciências Físico-Químicas. Rendo realizado a prova de recuperação nessas disciplinas, não obteve aprovação. O Conselho de Turma reuniu e efectuou a ponderação dos aspectos referidos no nº 3, do citado artigo, colocando-se a questão seguinte:
Poderá determinar-se a aplicação da alínea c) do atº 22?
Ou
Poderá aplicar-se a alínea b), e continuar a aluno a frequentar a Escola até ao final do ano lectivo, sendo somente retido nessa altura?
Porque às vezes ainda me enredo nestas coisas das quais, quase sempre tiro a conclusão
que o melhor é o silêncio. Quando uma discussão não nos torna melhor, o melhor é não a começar.
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Sinopse: «Diariamente somos confrontados com situações delicadas: tomar da palavra diante de um público intimidante ou hostil, discutir com pessoas exaltadas ou com um ponto de vista extremo, enfrentar desavenças familiares, publicidade enganosa, desinformação, assédio moral e até agressão física. A partir de experiências vividas e análises de situações concretas, este livro propõe uma reflexão e um método original para melhor enfrentar grande parte das situações difíceis que possam surgir, método esse desenvolvido a partir da própria expriência do autor e do estudo aprofundado dos mecanismos usados para conter a violência civil ao longo da história ocidental. É um livro muito concreto e prático que se dirige a todos os que já foram e podem vir a ser confrontados com tais situações para que as possam compreender e melhor prepararem-se para lhes responder, não pela violência e fuga, mas pela argumentação racional, a única via possível para viver numa sociedade mais justas e mais pacífica.
Porque, em casa, na escola ou na rua, a palavra pode ser a melhor arma contra a violência.»
Observações: Colecção Saberes
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