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Badameco

As anotações de Júlio Marques.

Badameco

As anotações de Júlio Marques.

Contos de gente caduca

julmar, 30.03.09

A propósito das declarações do Papa em terras de África, gostaria de lembrar as palavras de S. Paulo na epístola a Timóteo:

«O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé, dando ouvidos a espíritos mentirosos e a doutrinas diabólicas, a impostores hipócritas de consciência deformada. Proibem o casamento e o uso de alimentos que Deus criou para serem consumidos com acção de graças pelos que têm fé e conhecem a verdade. Porque toda a criatura de Deus é boa e nada é desprezível quando se usa com acção de graças, pois tudo isso é santificado pela palavra de Deus e pela oração. Se explicares isto aos irmãos , serás bom ministro de Cristo Jesus, alimentado com as palavras da fé  e da boa doutrina que tens seguido. Rejeita, porém, os mitos profanos, contos de gente caduca»

Como dizia, Jesus «Que tem ouvidos para ouvir que oiça».

 

Avaliação, in O Terrear

julmar, 29.03.09
O início da crónica de hoje do Miguel Santos Guerra:


 

La evaluación es un fenómeno de extraordinaria complejidad que permite poner sobre el tapete todas nuestras concepciones, principios y actitudes sobre la enseñanza y el aprendizaje. Dime cómo evalúas y te diré qué tipo de profesional y de persona eres. Pues bien, entramos en fase de evaluación. Todo cobra un especial sentido porque vamos a encontrarnos con los resultados.Siempre me ha llamado la atención que la evaluación se haya convertido en el fin y no en un medio de comprobar y de mejorar el aprendizaje. Pareciera que se estudia para ser evaluado y no que se evalúa para saber si se ha aprendido y se puede aprender más y mejor.


 

 


 

Me sorprende aún más que la evaluación se convierta en un ejercicio de poder, de modo que algunos no se podrían imaginar lo que sería la escuela si esa forma de entender la evaluación (como una finalidad, como una calificación) desapareciese. Es decir, que se ha hecho más importante aprobar que aprender. Me llama la atención aún más que haya profesores (ya sé que son excepciones) que disfrutan cuando suspenden mucho y piensan que de esa forma ellos y sus asignaturas se hacen más importantes.


 

(...)


 

La escuela es el reino de lo cognitivo pero debería ser también el reino de lo afectivo. Hay muchos sentimientos en juego amarrados a la evaluación. Sentimientos de profesores y sentimientos de alumnos. El peligro consiste en que lo que se ha aprendido o se ha dejado de aprender venga a ser secundario. Que lo verdaderamente importante sea que el poder del evaluador, a través de la evaluación, se mantenga a flote. ¿Qué sucedería en algunas clases si desapareciese el poder de evaluar? ¿Qué sucedería si los alumnos supiesen que ellos mismos podrían evaluarse? Es decir, si lo único importante fuese lo que se aprende porque no importase nada absolutamente la evaluación como acreditación o calificación.La constante referencia a la evaluación durante el proceso de enseñanza aprendizaje, la forma de hacer preguntas, la parafernalia que rodea los exámenes, la solemnidad de las correcciones, la importancia de las calificaciones invierten la jerarquía de estos dos fenómenos: aprobar y aprender.Hay profesores que tienen amenazados a sus alumnos con el arma del examen. A través de ella imponen el orden. El respeto y la sumisión. Los alumnos entran en la dinámica y desempeñan su papel. Se produce entonces un forcejeo para ver quién puede a quién, quién engaña a quién. Los alumnos descubren pronto que se puede engañar y que quien no lo hace es un pobre estúpido. Aprenden a copiar para garantizar el éxito. Una amiga me cuenta que su sobrina fue sorprendida por su madre con la palma de la mano izquierda escrita con esmero con la información que iba a ser objeto de examen.


Miguel Santos Guerra

Casos da vida real

julmar, 17.03.09

A apresentadora teve o cuidado de sublinhar que este era um caso real.

Eu não quis acreditar como é que alguém pode ter o despudor de escolher este caso para o efeito que se pretende. Também me admirei que a indignação fosse apenas minha.

Então, ninguém se questiona sobre o que um cidadão de 18 anos com direito a voto anda a fazer numa turma de miúdos de 12 anos? Então, estarão à espera que o aluno conclua o 9º ano aos 24 anos – no caso das coisas passarem a correr melhor?

Então, isto é assim, impunemente?

Os erros ortográficos ao pé disto são minudências.

 

Trabalho de Grupo – “Frequência e Assiduidade – Efeitos das faltas”

 

CASO PRÁTICO

 

«Um aluno de 18 anos de idade que frequenta o 7ºano de escolaridade ultrapassou o limite de faltas, previsto no nº 2 do atº 22, nas disciplinas de Português, Inglês e Ciências Físico-Químicas. Rendo realizado a prova de recuperação nessas disciplinas, não obteve aprovação. O Conselho de Turma reuniu e efectuou a ponderação dos aspectos referidos no nº 3, do citado artigo, colocando-se a questão seguinte:

            Poderá determinar-se a aplicação da alínea c) do atº 22?

Ou

Poderá aplicar-se a alínea b), e continuar a aluno a frequentar a Escola até ao final do ano lectivo, sendo somente retido nessa altura?

 

  1. Que procedimento(s) adoptaria antes de o aluno ultrapassar o limite de faltas?
  2. Com base no resultado obtido na prova de recuperação que medidas implementará?

Pequeno Manual para Discussões Complicadas

julmar, 07.03.09

Porque às vezes ainda me enredo nestas coisas das quais, quase sempre tiro a conclusão

que o melhor é o silêncio. Quando uma discussão não nos torna melhor, o melhor é não a começar.

 

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Sinopse: «Diariamente somos confrontados com situações delicadas: tomar da palavra diante de um público intimidante ou hostil, discutir com pessoas exaltadas ou com um ponto de vista extremo, enfrentar desavenças familiares, publicidade enganosa, desinformação, assédio moral e até agressão física. A partir de experiências vividas e análises de situações concretas, este livro propõe uma reflexão e um método original para melhor enfrentar grande parte das situações difíceis que possam surgir, método esse desenvolvido a partir da própria expriência do autor e do estudo aprofundado dos mecanismos usados para conter a violência civil ao longo da história ocidental. É um livro muito concreto e prático que se dirige a todos os que já foram e podem vir a ser confrontados com tais situações para que as possam compreender e melhor prepararem-se para lhes responder, não pela violência e fuga, mas pela argumentação racional, a única via possível para viver numa sociedade mais justas e mais pacífica.
Porque, em casa, na escola ou na rua, a palavra pode ser a melhor arma contra a violência.»

 

Observações: Colecção Saberes