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Badameco

As anotações de Júlio Marques.

Badameco

As anotações de Júlio Marques.

Lapidação

julmar, 29.06.06

O presidente da Câmara Municipal de Viseu e presidente da Associação Nacional dos Municípios incitou os munícipes a uma intifada contra funcionários do Ministério do Ambiente:- «Corram-nos à pedrada»

Em que país estamos?

Eco-Escola

julmar, 28.06.06

Eu tenho na mais alta consideração a merda convertida em estrume; duvido mesmo onde é que haverá mais poesia se na merda se nas flores.

O amigo Ruas não tem dúvidas mas não é por nos julgarmos flores que somos flores e não é por nos julgarmos estrume que o somos. Em termos metafísicos, claro.

 

"A minha escola é pequena, mas muito bem arranjada. A minha escola é como se
fosse um jardim, nós, os alunos somos as flores e a senhora professora é
como se fosse um monte de estrume que nos faz crescer belos e fortes."

 

Lendo a bíblia

julmar, 21.06.06

Não te glories do dia de amanhã; porque não sabes o que produzirá o dia.

Seja outro o que te louve, e não a tua boca; o estranho, e não os teus lábios.

 Pesada é a pedra, e a areia também; mas a ira do insensato é mais pesada do que elas ambas

Livro dos Provérbios 

Aprendendo

julmar, 20.06.06

Em Potes, na Cantábria, um daqueles dixotes, posto em mosaico, dizia:

Si el viño prejudica tus negócios, deja los negócios.

Os portugueses dão-lhe inteiro cumprimento. Por exemplo poderiam ter um equivalente:

Se a burocracia prejudica as empresas, abandona as empresas.

Greve de professores

julmar, 13.06.06

Muitos professores dizem que o que está em causa é a ministra, ou melhor, a sua arrogância, asua insensibilidade, a sua prepotência e secundariamente a política; que o problema não é de forma mas de conteúdo; que muito do que está a fazer tem que ser feito; que o está a fazer de modo rápido e bruto.

Deveria ser feito tão lentamente que não incomodasse/Tão suavemente que não se sentisse/Com linguagem tão doce como meiga carícia/Enfim, que cumprisse uma das leis lusitanas que parecesse apenas que mudasse, Levemente, suavemente, docemente a caminho do abismo.

 

Um amigo do Cunha

julmar, 13.06.06
Eu tenho um amigo que é amigo do Cunha e que tem alguma inveja de não ser como ele. Essa é a pior parte do meu amigo, parte que eu lhe perdoo como outros´pecados menores. O que o meu amigo tem de melhor é a sua espntaneidade, a sua maturalidade, a sua animalidade. Esta é a parte que eu admiro no meu amigo que o torna humano do riso às l´grimas tão próximos das vísceras, tão próximos da vida que quase nenhum véu os separa.

O médico do Cunha

julmar, 12.06.06

De entre os amigos do Cunha, destaca-se um que é médico. Mais do que tratar-lhe das maleitas, que chegado à casa dos cinquenta e tais sempre começam a espreitar, o Dr. que é um amigalhaço (os amigos do Cunha são assim uma coisa duradoura e forte) presta-lhe inestimáveis serviços dentro da maior instituição nacional que toma por nome Atestado Médico, onde a honra que é suposto ser o valor mais inegociável à face da terra serve para atestar que o Cunha e os seus amigalhaços de vez em quando têm enxaquecas, diarreias, indisposições, depressões, esquizofrenias, neuroses, psicoses ... que a lista é longa e deve ser usada de acordo com as situações que impdem o Cunha e os eus amigalhaços de cumprir com as obrigações.

Trabalho mesmo teve o Cunha quando foi de Guimarães, da história das provas globais em que de modo súbito e simultãneo cerca de 300 alunos não puderam cumprir com a obrigação.Tratou-se aí de uma epidemia. E a mão do Cunha conseguiu, enfim, mostrar em sede de justiça que de epidemia se tratara.

Grande Cunha! Tens um poder invejável!

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