Sábado, 3 de Novembro de 2018

Passo a passo - Objetos da minha vida

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 Três pares de sapatilhas especiais: Cada um deles cumpriu a sua missão fazendo cerca de 3500 Kms. Amanhã e depois e sempre continua a viagem. Sempre a contar.

publicado por julmar às 19:00
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Quarta-feira, 31 de Outubro de 2018

Outubro, passo a passo= a persistência

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 Mais espaço percorrido em menos tempo=a maior velocidade. Quando chegarei a Katmandu?

publicado por julmar às 21:23
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Preparar o centenário de Fernando Namora

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Erosão
 
As terras envelhecem como as pessoas.
São meninas
são adultas
são caducas.
Dói ver morrer
mesmo sendo casas pedras.
Dói que o silêncio
entre nas aurículas
e aí seja musgo
paz saqueada.
Dói tanta coisa:
até um western
numa cidade fantasma.
Dói tudo o que finda
e a findar nos mata.
 
As terras envelhecem como as pessoas.
São hoje
são amanhã
são ontem.
São futuro
são urtigas
são remorso.
São o próprio desejo
de acabar.

 

publicado por julmar às 20:48
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Quinta-feira, 11 de Outubro de 2018

Sobre corrupção

Arrumando notas perdidas, encontrei esta de que desconheço o autor:

"O homem que se vende, recebe sempre mais do que o que vale"

 

publicado por julmar às 13:08
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Lendo Pico de la Mirandola

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Até me seria fácil de aceitar um Deus assim

"Não te dei, ó Adão, nem rosto, nem um lugar que te seja próprio,

nem qualquer dom particular, para que teu rosto, teu lugar e teus

dons, os desejes, os conquistes e sejas tu mesmo a possui-los.

Encerra a natureza outras espécies em leis por mim estabelecidas.

Mas tu, que não conheces qualquer limite, só mercê do teu arbítrio,

em cujas mãos te coloquei, te defines a ti próprio. Coloquei-te no

centro do mundo, para que melhor possas contemplar o que o mundo

contém. Não te fiz nem celeste nem terrestre, nem mortal nem

imortal, para que tu, livremente, tal como um bom pintor ou um hábil

escultor, dês acabamento à forma que te é própria".

(Pico de la Mirandola)

publicado por julmar às 12:56
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Segunda-feira, 1 de Outubro de 2018

La Bohéme

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https://www.youtube.com/watch?v=hWLc0J52b2I

Sem palavras. Quando era professor de filosofia, o trabalho apresentar na rubrica dos valores estéticos era a escolha e análise de  um objeto estético. Uma das alunas escolheu La Bohéme, de Charles Aznavour. 

publicado por julmar às 16:22
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Passo a passo pelo Afeganistão

set2018.jpg

Do Irão para o Afeganistão, a caminho de Cabul. Sempre, passo a passo, mesmo quando o passo se torna mais acelerado a fórmula continua inalterada V=E/T

 

publicado por julmar às 16:10
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Quinta-feira, 27 de Setembro de 2018

O valor da desobediência

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Galileu Galilei nasceu a 15 de Fevereiro de 1564, em Pisa, Itália. Foi o primogénito de sete filhos de um músico. Contrariando o desejo do pai, largou os estudos de medicina na Universidade de Pisa, para passar a estudar matemática. Como isto não agradou o seu pai, foi obrigado a abandonar a Universidade. Os estudos de matemática e a observação da natureza conduziram-no à desobediência aos mestres que ensinavam a filosofia aristotélica.

Conta-se que o seu interesse por pêndulos surgiu quando assistia a uma missa na Catedral de Pisa, na época em que frequentava a Universidade local em 1588. Em vez de rezar devotamente ou prestar atenção à prédica do pregador, Galileu observou a forma como os candelabros pendurados na Catedral oscilavam e ficou surpreendido pelo facto de candelabros com uma amplitude de oscilação maior parecerem levar o mesmo tempo a percorrer uma determinada distância que candelabros com menor amplitude. Bom, e de uma distração surge a lei da isocronia em que se iria fundar a indústria relojoeira para a contagem exata do tempo, variável fundamental dos estudos da física.
. Desempenhou um papel essencial na Revolução Científica ao contribuir para várias áreas da física e da astronomia, introduzindo o método científico e tentando descrever os fenómenos da física através da linguagem matemática.

Com tudo isto, desobedeceu à autoridade da Igreja e, para salvar a pele, abjurou da nova ciência de que lançara os fundamentos.

Galileu morre no ano de 1642, o mesmo ano em que nasce Isaac Newton que faz o coroamento da Física galilaica.

publicado por julmar às 17:58
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Quarta-feira, 26 de Setembro de 2018

Chegada a Teerão, passo a passo

Resultado De Imagem Para Teerão

 

Resultado De Imagem Para Teerão

A passo e passo cheguei a Teerão, manhã cedo, no dia 24 de setembro de 2018, após ter percorrido 9550 Km. Tão grande (e grandiosa) a achei que a passei ao lado e, agora, me começa a ficar cada vez mais atrás. Não virarei uma única vez a cabeça e seguirei em direção a Cabul.  

 

publicado por julmar às 15:50
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Terça-feira, 11 de Setembro de 2018

Gelado de filosofia

Domingo, ao pagar um gelado à minha neta, peguei numa nota de dez euros que dei ao vendedor. Puxou do smartphone, abriu a calculadora e não sei que leu em mim para me dizer:

- Eu já não tenho a certeza de nada!

Respondi-lhe

- Olhe que é tão perigoso como ter a certeza de tudo

publicado por julmar às 15:13
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Quarta-feira, 29 de Agosto de 2018

POEMA EM LINHA RETA, Álvaro de Campos

 


Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo. 

E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo. 

Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...


Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos, 

Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo? 

Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra? 

Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
publicado por julmar às 06:12
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Quarta-feira, 8 de Agosto de 2018

Os incêndios e os cidadãos demissionários

Os políticos deviam ouvir mais pessoas como o meu amigo Abílio com quem nos meus passeios matinais vou dando ouvidos à voz do povo que trabalha e tem um conhecimento de experiência feito, de quem já combateu, no passado, e apagou muitos fogos ao apelo feito pelo toque do sino a rebate da aldeia dele.

- A mim não me tiravam eles de casa, afiança-me.

Agora é tudo entregue a especialistas cuja eficiência está à vista. Em vez de prepararem as pessoas para se defenderem e para defender o que é seu, tratam-nas como crianças; em vez de as ensinarem a lutar, ensinam-as a fugir; em vez de as incentivar a resistir convidam-nas a desistir; em vez de, em cada povoado, ajudar as comunidades a organizarem-se na defesa das calamidades, dão- lhes números de contato telefónico. E Conselhos: Não faça nada, se vir deflagrar um incêndio; não faça nada se vir alguém a ser assaltado ou agredido; e, se for você, não ofereça resistência. Contate apenas, porque o Estado tem especialistas para tudo.

E tudo a que somos obrigados é a ser cidadãos demissionários, solidários na cobardia e no medo.
publicado por julmar às 21:28
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Quinta-feira, 2 de Agosto de 2018

Jalan, jalan ou a razão encontrada de andar, passo a passo

“Viajar é uma forma de loucura, é sair do seu lugar, prescindir do conforto e entregar-se ao desconhecido. Se por vezes ofazemos por compulsão ou por interesse ( motivações tão importantes ou válidas quanto quaisquer outras, o passeio é nesse sentido, um ato artístico, que encontra novas paisagens paisagens, novas formas de vida, sem deliberadamente procurar nada. É, como qualquer viagem, um ato que abdicar da segurança do lugar comum, mas que encontra prazer no próprio ato de caminhar. O caminhante perde a história, ansiedade. É o epicurismo a andar pelos campos. Cada passo que é uma renúncia e uma forma de desapego. Jalan, jalan é andar melhor. Por um motivo simples: não é utilitário, não tem um percurso definido, há uma liberdade intrínseca. Assemelha-se à arte. É uma atividade que prescinde de técnica. Ninguém tem de ter um modo eficiente de andar para poder passear. Não há tempo envolvido. Não há limitações, não há pressa. Nem sequer vagar. A noção do tempo perde-se na contemplação da paisagem. Um passo reencarna outro passo e também a mesma essência o hedonismo do gesto. Passear é o que fazemos para não chegar a um destino, não se mede pela distância nem pela técnica de colocar um pé à frente do outro, mas sim pelo modo como a paisagem nos comoveu ou como o voo de um pássaro nos tocou. É um pouco como a arte, tem valor imenso de tudo aquilo que não tem valor nenhum. Pode não ter razão, destino, objetivo, utilidade, e é exatamente aí que ri reside a riqueza do passeio.”
In, Jalan, jalan - uma leitura do mundo, de Afonso Cruz

publicado por julmar às 16:36
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Terça-feira, 31 de Julho de 2018

Muito perto de Tabriz, passo a passo

andar 18.jpg

Sempre a subir

andar 182.jpg

Um mês de Julho muito bom, com o tempo fresco a ajudar

 

publicado por julmar às 21:59
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Segunda-feira, 30 de Julho de 2018

Passo a passo

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Os livros que tenho pediram-me licença para entrar em minha casa, após breve inspeção: um olhar da capa, uma leitura do título, um (des)conhecimento do autor, o peso, o papel, o tamanho, a cor, o preço; mais uma olhadela pela introdução (prelúdio, intróito, prefácio, preâmbulo), pela disposição gráfica, pelo índice. E tenho o hábito de ver a última frase. E a última frase do livro é a seguinte:

«Os peregrinos usam a palavra 'ultreia', mais um passo, um passo além. Debaixo dos pés, quando transpomos a fronteira do que julgávamos ser o limiar possível, descobrimos uma ponte que se constrói passo a passo.»

Depois disto, Afonso Cruz, de quem o meu mestre de pintura me falara elogiosamente, entra na minha casa para reforçar o meu deus das pequenas coisas, o meu sentir de viajante que sabe que o longe é o lugar onde quero chegar, passo a passo.

publicado por julmar às 19:03
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Quarta-feira, 20 de Junho de 2018

Lendo Philip Roth

Wook.pt - A Humilhação

Mais uma leitura de uma assentada. 

publicado por julmar às 12:05
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Chegada a Erévan, passo a passo

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Vindo de Istambul, trilhei a costa marítima do Mar Negro, no Norte da Turquia, até chegar a território da Arménia de que Erévan é a capital, uma rota de 1710 KM. Uma cidade fundada no século VIII a C. e que foi continuamente habitada até aos nossos dias. 

Agora é preciso novas sapatilhas para entrar no Azerbeijão e seguir a rota da seda até Tabriz. Vamos, que se faz tarde!

publicado por julmar às 11:31
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Quinta-feira, 7 de Junho de 2018

A Evolução de Deus

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Um  livro grande (650 páginas) que é um grande livro. E eu gosto de livros grandes, sobretudo quando são trabalhosos. E este obrigou-me a pegar no lápis e a marcar passagens e fazer anotações. Há os ditosos, talvez eleitos, a quem Deus se revela, aqueles que educados na fé de um deus não têm necessidade de se questionar, aqueles que até consideram uma falta de respeito ou mesmo uma ofensa que alguém se questione sobre o que consideram inquestionável. Mas se nada do que acontece é por acaso, também o não é o facto de em vez de Teologia (que seria o meu per-curso natural) ter cursado Filosofia e de a ter praticado de forma radical, no sentido cartesiano. E se Descartes vivesse no século XXI seria, muito provavelmente, ateu ou agnóstico. Mas o que a presente obra trata não é de Filosofia mas das histórias dos deuses, de Deus ou, se quisermos, da evolução da ideia de Deus atendendo aos fatos e a uma interpretação dos mesmos dentro do espírito e do método científico, na mesma linha que Darwin seguiu para a evolução das espécies, até chegar ao monoteímo das religiões abraâmicas: judeísmo, cristianismo e islamismo. 

O autor termina com um título "Regresso ao Passado" onde  se interroga:

"O facto de as ideias religiosas apelarem naturalmente à mente humana não explica por si mesmo, como foi que a religião começou. Se admitirmos que os «memes» religiosos têm uma 'vantagem selectiva' na evolução cultural, como poderia exactamente um dado meme - uma crença religiosa específica - moldar-se e ganhar atração? Nunca o saberemos ao certo, mas a natureza humana torna fácil esboçar um cenário plausível"

Esse cenário traça aquilo que pode ser considerado uma origem natural da religião: "Porque quanto mais sabemos sobre o caráter labiríntico da religião e por vezes irracional da natureza humana mais fácil é explicar a origem da religião sem invocar tal coisa (experiência mística ou revelação). A religião nasceu de uma miscelânea de necanismos mentais geneticamente baseados pela seleção natural para propósitos totalmente mundanos".

Curioso(ou não), o autor, nos agradecimentos, termina com um obrigado a Deus. Ou tão só e apenas, as tra(d)ições da linguagem.

publicado por julmar às 19:05
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Indignação

Resultado De Imagem Para Indignação philip roth

Um livro pequeno que é um grande livro, daqueles que se lêm de fio a pavio, de uma assentada. Não há finais felizes. Como coisas pequenas geram coisas enormes, incontroláveis.

publicado por julmar às 18:41
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Sexta-feira, 1 de Junho de 2018

Passo a passo até Erevan

km_edited.jpg

 De Istambul, percorrendo (mais exatamente, perandando) a costa onde a Turquia se banha no Mar Negro, a caminho de Erevan, capital da Arménia. Uma rota de 1710 km que se há-de concluir neste mês de Junho.

publicado por julmar às 12:11
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